O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou na quarta-feira (16) os lotes 6 e 7 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol). Com o anúncio, o trecho, que já possuía a Licença de Instalação concedida pelo Ibama, pode ter as obras iniciadas.
O secretário estadual da Casa Civil em exercício, Carlos Mello, comemorou a notícia. “Mais dois lotes liberados para o início das obras é um grande passo para a concretização deste projeto, que é muito importante para a Bahia e o Brasil”.
De acordo com ele, “a Fiol vai trazer inúmeros benefícios para nosso estado, como a atração de empresas e indústrias, resultando na geração de emprego e renda. Ela vem para desenvolver ainda mais a Bahia, impulsionando e fortalecendo a nossa economia”.
Os 159 quilômetros do Lote 6 passam pelos municípios de Serra do Ramalho, Santa Maria da Vitória, São Félix do Coribe, Jaborandi e Correntina. O valor aprovado em licitação para a execução da obra é de R$ 575,1 milhões.
O Lote 7 também atravessa a cidade de Correntina, avançando por Barreiras e São Desidério. São 161 quilômetros e investimento da ordem de R$ 535,7 milhões.
De uma ponta a outra, a ferrovia vai desde a cidade de Figueirópolis, no estado de Tocantins, à cidade baiana de Ilhéus. Na Bahia, a Fiol estende-se por 1.100 quilômetros. Quando estiver integrada ao Porto Sul permitirá o escoamento da produção baiana, principalmente de grãos e minérios.
O investimento previsto para as obras no estado soma R$ 6 bilhões e mais de 6,3 mil empregos diretos.
Informações: SECOM/BA
sábado, 19 de abril de 2014
Comandante da PM orienta a tropa a manter os seus postos
Em função de uma nova tentativa de desestabilizar os serviços de segurança, o comandante da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro, orienta a todos os oficiais e praças a manterem seus postos de trabalho, assegurando a proteção da sociedade baiana.
Castro reafirma que a operação de prisão do vereador Marco Prisco não teve qualquer envolvimento com as forças de segurança do Estado. Foi uma ação da Polícia Federal, cumprindo mandado de prisão expedido pela Justiça Federal, a pedido do Ministério Público Federal.
Comandante geral da PM, coronel Castro
Informações: SECOM/BA
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Origem da Semana Santa
A Semana Santa é a ocasião em que é celebrada a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição.
Jesus Cristo não aceitava o tipo de vida que seu povo levava, o governo cobrando altos impostos, riquezas extremas para uns e miséria para outros.
Ao chegar a Jerusalém, foi aclamado pela população como sendo o Messias, o Rei, mas os romanos não acreditavam que ele era filho de Deus, duvidavam dos seus sábios ensinamentos, de sua missão para salvar a humanidade, então passaram a persegui-lo.
Jesus tinha conhecimento de tudo que iria passar, da peregrinação que o levaria à morte. Convidou, então, doze homens a quem chamou de discípulos, para levar seus ensinamentos às pessoas.
Porém, Judas Escariotes, um desses apóstolos, também duvidou que Ele era um enviado de Deus, entregando-lhe para os romanos, que o capturaram.
Em seguida, fizeram Jesus passar pela via sacra, amarrado à sua cruz, carregando-a por um longo trecho, sendo torturado, levando chibatadas dos soldados, sendo caçoado covardemente até sofrer a crucificação e a morte.
Em 325 d.C, o Concílio de Niceia, presidido pelo Imperador Constantino e organizado pelo Papa Silvestre I, fabricou e consolidou a doutrina da Igreja Católica, como a escolha dos livros sagrados e as datas religiosas. Ficou decidido também que a Semana Santa seria comemorada por uma semana (do domingo de ramos ao domingo de Páscoa). Há relatos de festas em homenagem aos últimos dias de Cristo, pouco tempo depois de sua morte. Porém comemoravam dois dias apenas (sábado de aleluia e domingo da ressurreição). Nesse Concílio também foi adotado o Catolicismo como religião oficial do Império Romano.
Cada dia da comemoração faz referência a um acontecimento: o domingo de ramos refere-se à entrada do Rei, o Messias, na cidade de Jerusalém, para comemorar a páscoa judaica. Na segunda-feira seguinte foi o dia em que Maria ungiu Cristo; na terça-feira foi o dia em que a figueira foi amaldiçoada; a quarta-feira é conhecida como o dia das trevas; a quinta-feira foi a última ceia com seus apóstolos, mais conhecida como Sêder de Pessach. A sexta-feira foi o dia do seu sofrimento, sua crucificação. Sábado é conhecido como o dia da oração e do jejum, onde os cristãos choram pela morte de Jesus. E, finalmente, o domingo de páscoa, o dia em que ressuscitou e encheu a humanidade de esperança de vida eterna.
Cada dia da comemoração faz referência a um acontecimento: o domingo de ramos refere-se à entrada do Rei, o Messias, na cidade de Jerusalém, para comemorar a páscoa judaica. Na segunda-feira seguinte foi o dia em que Maria ungiu Cristo; na terça-feira foi o dia em que a figueira foi amaldiçoada; a quarta-feira é conhecida como o dia das trevas; a quinta-feira foi a última ceia com seus apóstolos, mais conhecida como Sêder de Pessach. A sexta-feira foi o dia do seu sofrimento, sua crucificação. Sábado é conhecido como o dia da oração e do jejum, onde os cristãos choram pela morte de Jesus. E, finalmente, o domingo de páscoa, o dia em que ressuscitou e encheu a humanidade de esperança de vida eterna.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Policiais militares aceitam proposta do governo e encerram a greve
Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (17), na Governadoria, em Salvador, o governador Jaques Wagner e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informaram que os policiais militares aceitaram a proposta do governo e anunciaram o fim da greve. “Recebemos a notícia que nos tranquiliza muito de que, com os esforços de alguns intermediários, finalmente os policiais aprovaram, em assembleia, o fim da greve”, afirmou o governador.
O acordo é assinado pelas seis associações representativas da categoria, o comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, e o secretário estadual da Segurança Pública, Maurício Barbosa. A entrevista foi concedida após uma reunião de planejamento para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), da qual também participaram o ministro José Eduardo Cardozo, ministro interino da Defesa, tenente brigadeiro Juniti Saito, o general Racine Bezerra, comandante da 6ª Região Militar, entre outras autoridades.
De acordo com o ministro da Justiça, o Brasil vive um estado democrático de direito conquistado com dificuldade. “Temos desde 1988 a mais democrática das constituições brasileiras, com garantia das liberdades de manifestação, de reunião e de vários outros direitos. Um deles é o direito à Segurança Pública. Por isto, a Constituição também coloca certos limites à ação de agentes públicos. E, neste caso, houve clara violação do texto constitucional. Não é possível que tenhamos um interesse corporativo se sobrepondo ao direito da população”.
Cardoso disse que os órgãos do Estado se uniram para garantir o Estado Democrático de Direito. “Em nome da presidenta Dilma Rousseff, eu quero cumprimentar o governador Jaques Wagner pela serenidade e firmeza que ele conduziu este processo. Quero parabenizar o secretário Maurício Barbosa pela postura que manteve durante este período. Quero agradecer ao ministro interino da Defesa, brigadeiro Juniti Saito, ao chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos Denardi, e ao comandante da 6ª Região Militar, general Racine Bezerra”.
Manutenção da GLO
Segundo Wagner, mesmo com o anúncio do fim da greve, está mantida a Garantia da Lei e da Ordem (GLO). “O nosso planejamento não se encerra aqui, temos um feriado pela frente e vamos manter a GLO para uma reavaliação e ter a certeza de que a normalidade foi reconquistada. Quero me confraternizar com a população e parabenizar o esforço do secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, do comandante da Polícia Militar, Alfredo Castro, dos secretários e outras autoridades que participaram do processo”.
Wagner disse que reconhece a importância dos policiais e da Segurança Pública. “Eu tenho consciência do valor daqueles que oferecem a própria vida para garantir a nossa paz e a nossa segurança. Mas continuo dizendo que o texto constitucional é claro, não é admitida a figura da greve em Forças Armadas e a PM é auxiliar das Forças Armadas”.
Diálogo está mantido
O governador também afirmou que mantém a modernização da Polícia Militar. “O diálogo estava aberto, foi encerrado por eles, está retomado, mas não podemos ameaçar a cidadania por melhorias salariais. O que foi assinado hoje é praticamente igual ao que foi ofertado antes do início da greve. A única coisa que melhorou, e é muito pequeno frente ao que havia sido proposto, é o pagamento das Condições Especiais de Trabalho (CET) para os tenentes, que sobe de 100% para 125%”.
Os pontos de consenso aprovados em assembleia são aumento da Gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET) dos praças na proporção de 25% para as funções administrativas, 45% para as operacionais, 65% para os motoristas e Regime de Tempo Integral (RTI) para os oficiais, com atualização da lei; retirada para nova discussão da proposta do Código de Ética e rediscussão das propostas do Estatuto e Plano de Carreira; revisão dos processos administrativos e disciplinares referentes à mobilização de 2012.
Também entraram na negociação a regulamentação do Artigo 92 do Estatuto dos Policiais Militares, nas bases a serem negociadas com o Governo do Estado, Associações e PM; auxílio-alimentação; auxílio-funeral; auxílio-fardamento para alunos em formação; auxílio-transporte e bagagem.
SECOM/BA
Publicada às 15h20
Atualizada às 16h30
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Sobre a Greve da PM-BA
Por Shi Mario
Eu sei o quanto ansiosos ficam alguns "agentes da politica" para ver a opinião de alguns de seus "amigos" da internet quanto a vários temas e agora com essa greve da PM não seria diferente.
Venho só tentar me livrar de qualquer apego representativo para tentar contribuir de forma ampla, com os fatos de que tenho conhecimento:
-> As eleições são um forte motivador do processo de greve, isso não é um pecado. Nas greves, o principal motivador são as condições de trabalho ao qual o trabalhador é submetido e a Greve é a última ação legal e legítima para protegê-lo. É preciso que o primeiro motivador não se torne a principal.
-> Os policiais são os que "só cumprem as ordens" do Estado quando o povo vai para a rua reivindicar direitos semelhantes aos que estão hoje em pauta nesta Greve da PM, assim foi com os professores no Rio de Janeiro, onde até os professores com idade mais avançadas foram feridos nas ações. Agora estão contra o Estado e precisam do apoio do povo ainda ferido com as balas de borracha e cassetetes dos mesmos.
-> Os policiais militares são agentes do estado, defensores da lei, de forma a garantir a segurança e proteção de toda a população. O que os rege, é o Sistema Militar e como a própria lei diz, não lhes são garantidos o direito a greve, porém como sou a favor da desmilitarização da PM (Resquício da Ditadura de 64), vamos tratá-los aqui como TRABALHADORES, que como qualquer outro merece respeito, tanto dos entes governamentais (Seus supostos patrões, "supostos" pelo fato de que quem paga é o verdadeiro patrão e quem paga é o POVO, não o estado) quanto da população.
-> Existem Greves, como disse anteriormente, que a motivação principal é o trabalhador. Nos últimos anos, o trabalhador policial no estado da Bahia, ainda não suficientemente em condições ideais de trabalho (característica não particular da categoria, nem só deste estado), obteve através de muita luta, reajustes muito superiores ao que foram dados nos anos anteriores, onde os governantes eram ligados a partidos que hoje integram parte liderança destas reivindicações. Em 2007, o soldado ganhava pouco mais de R$ 1.200,00 e hoje ganha mais de R$ 3,200, além de ser o período de mais concursos públicos, que dá mais força ainda as reivindicações LEGÍTIMAS dos trabalhadores, estes novos servidores não conheciam as condições de trabalho do governo anterior.
Estima-se, novamente repito ESTIMA-SE, que cerca de 50% das reivindicações da classe já tenham sido atendidas.
-> Uma das reivindicações LEGÍTIMAS dos trabalhadores - e motivadoras desta GREVE - é o 'Plano de carreira', segundo eles um soldado leva até 25 anos sem ter promoção por tempo de trabalho (Só através de concursos de superiores, que mais uma vez nestes último 8 anos foi o período que mais teve este tipo de concurso) . O governo propôs reduzir de 25 para 08 este tempo. Assim após oito anos, o soldado passa a ser cabo e, depois de mais seis anos e meio, ele ascende a 1º sargento.
-> Outra é o Código de Ética, Eles estão submetidos a um sistema militar, sistema este que não garante estes direitos que são garantidos aos outros trabalhadores e ainda impõe uma legislação militar que não é revista a cerca de 40 anos! E sim, só com a DESMILITARIZAÇÃO DA PM que isso pode acontecer, os militares não são historicamente favoráveis a mudança.
-> Por fim, tenho acompanhado o processo e os que se intitulam (Não questionando estas, mas na falta de um sindicato legitimado através do voto só lhes restam se auto-nomearem como tal) lideranças dos PMs se comprometeram em levar as propostas do governo para a assembléia e, continuar negociando no dia de hoje, 16/04 e antes de qualquer definição da assembléia que só ocorreu às 19h, os líderes dos PMs já anunciavam a greve nas redes sociais, sendo que as negociações deste ano tiveram mais avanços que as negociações de 2013 e no ano passado não tivemos greve. O que só reforça o que estão dizendo aí que essa Greve tem como foco, não o trabalhador mas as eleições de Deputado, Senador e Presidente do país.
Por fim, espero que de fato essa questão seja discutida e se encaminhe para o FIM DA POLÍCIA MILITAR e garantia dos direitos trabalhistas a todo TRABALHADOR. Que a classe se permita sim, ter seu representante na Câmara de Vereadores, dos Deputados e na Assembléia, mas o faça com democracia, através do voto.
Se estiver equivocado em algum dado, estou como sempre, aberto a críticas, sugestões e a mudar de opinião, mas com discussão.
Eu sei o quanto ansiosos ficam alguns "agentes da politica" para ver a opinião de alguns de seus "amigos" da internet quanto a vários temas e agora com essa greve da PM não seria diferente.
Venho só tentar me livrar de qualquer apego representativo para tentar contribuir de forma ampla, com os fatos de que tenho conhecimento:
-> As eleições são um forte motivador do processo de greve, isso não é um pecado. Nas greves, o principal motivador são as condições de trabalho ao qual o trabalhador é submetido e a Greve é a última ação legal e legítima para protegê-lo. É preciso que o primeiro motivador não se torne a principal.
-> Os policiais são os que "só cumprem as ordens" do Estado quando o povo vai para a rua reivindicar direitos semelhantes aos que estão hoje em pauta nesta Greve da PM, assim foi com os professores no Rio de Janeiro, onde até os professores com idade mais avançadas foram feridos nas ações. Agora estão contra o Estado e precisam do apoio do povo ainda ferido com as balas de borracha e cassetetes dos mesmos.
-> Os policiais militares são agentes do estado, defensores da lei, de forma a garantir a segurança e proteção de toda a população. O que os rege, é o Sistema Militar e como a própria lei diz, não lhes são garantidos o direito a greve, porém como sou a favor da desmilitarização da PM (Resquício da Ditadura de 64), vamos tratá-los aqui como TRABALHADORES, que como qualquer outro merece respeito, tanto dos entes governamentais (Seus supostos patrões, "supostos" pelo fato de que quem paga é o verdadeiro patrão e quem paga é o POVO, não o estado) quanto da população.
-> Existem Greves, como disse anteriormente, que a motivação principal é o trabalhador. Nos últimos anos, o trabalhador policial no estado da Bahia, ainda não suficientemente em condições ideais de trabalho (característica não particular da categoria, nem só deste estado), obteve através de muita luta, reajustes muito superiores ao que foram dados nos anos anteriores, onde os governantes eram ligados a partidos que hoje integram parte liderança destas reivindicações. Em 2007, o soldado ganhava pouco mais de R$ 1.200,00 e hoje ganha mais de R$ 3,200, além de ser o período de mais concursos públicos, que dá mais força ainda as reivindicações LEGÍTIMAS dos trabalhadores, estes novos servidores não conheciam as condições de trabalho do governo anterior.
Estima-se, novamente repito ESTIMA-SE, que cerca de 50% das reivindicações da classe já tenham sido atendidas.
-> Uma das reivindicações LEGÍTIMAS dos trabalhadores - e motivadoras desta GREVE - é o 'Plano de carreira', segundo eles um soldado leva até 25 anos sem ter promoção por tempo de trabalho (Só através de concursos de superiores, que mais uma vez nestes último 8 anos foi o período que mais teve este tipo de concurso) . O governo propôs reduzir de 25 para 08 este tempo. Assim após oito anos, o soldado passa a ser cabo e, depois de mais seis anos e meio, ele ascende a 1º sargento.
-> Outra é o Código de Ética, Eles estão submetidos a um sistema militar, sistema este que não garante estes direitos que são garantidos aos outros trabalhadores e ainda impõe uma legislação militar que não é revista a cerca de 40 anos! E sim, só com a DESMILITARIZAÇÃO DA PM que isso pode acontecer, os militares não são historicamente favoráveis a mudança.
-> Por fim, tenho acompanhado o processo e os que se intitulam (Não questionando estas, mas na falta de um sindicato legitimado através do voto só lhes restam se auto-nomearem como tal) lideranças dos PMs se comprometeram em levar as propostas do governo para a assembléia e, continuar negociando no dia de hoje, 16/04 e antes de qualquer definição da assembléia que só ocorreu às 19h, os líderes dos PMs já anunciavam a greve nas redes sociais, sendo que as negociações deste ano tiveram mais avanços que as negociações de 2013 e no ano passado não tivemos greve. O que só reforça o que estão dizendo aí que essa Greve tem como foco, não o trabalhador mas as eleições de Deputado, Senador e Presidente do país.
Por fim, espero que de fato essa questão seja discutida e se encaminhe para o FIM DA POLÍCIA MILITAR e garantia dos direitos trabalhistas a todo TRABALHADOR. Que a classe se permita sim, ter seu representante na Câmara de Vereadores, dos Deputados e na Assembléia, mas o faça com democracia, através do voto.
Se estiver equivocado em algum dado, estou como sempre, aberto a críticas, sugestões e a mudar de opinião, mas com discussão.
sábado, 12 de abril de 2014
Foster explicará Pasadena em meio a indefinição sobre CPI da Petrobras
Karine Melo e Carolina Gonçalves - Repórteres da Agência Brasil Edição: Beto Coura
As explicações da presidenta da Petrobras, Graça Foster, aos senadores na próxima terça-feira (15) não deve se limitar ao caso de Pasadena. Além de detalhes sobre a compra da refinaria no Texas (EUA), os parlamentares querem saber os motivos que fizeram com que a estatal perdesse o título de uma das empresas mais rentáveis do mundo.
“É fato grave a desvalorização das ações da Petrobras. É preciso saber o porquê de a Petrobras deixar ser uma das 100 empresas mais rentáveis do mundo, e passar para uma escala inferior nos últimos anos. É uma informação que considero importante ela prestar”, adiantou o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).
Desde que possíveis irregularidades na operação de compra da refinaria vieram à tona, foram marcadas audiências previstas com Foster e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Mas, diante da insistência da oposição em criar uma CPI exclusiva para apurar as denúncias, as audiências foram canceladas.
Desta vez, segundo o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Lindbergh Farias (PT-RJ), foi a própria presidenta da estatal que manifestou interesse em conversar com os parlamentares. Graça Foster confirmou presença e será ouvida em sessão conjunta das comissões de Assuntos Econômicos, Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle.
E será diante da falta de consenso quanto à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado ou de uma CPI mista - que teria a participação também de deputados - para investigar a Petrobras, que a presidenta da estatal terá que responder aos senadores.
“São duas oportunidades diferentes para esclarecimentos. O comparecimento voluntário perante uma comissão sempre ajuda, é sempre positivo. A CPI tem poderes que vão muito além dos poderes de uma comissão. A CPI tem poderes de investigação próprios de autoridade judicial, nós podemos quebrar sigilo, convocar, requisitar documentos. Uma coisa não prejudica a outra”, avaliou o líder do PSDB Aloysio Nunes (SP).
“A expectativa é que ela possa tirar as dúvidas, responder às questões levantadas no próprio Senado. A Petrobras continua desenvolvendo seu papel; continua trabalhando. Os números [de desempenho] continuam positivos e melhorando. Se, de fato, há qualquer indício de atividade ilícita na Petrobras nós somos os primeiros a querer que seja apurada. E os órgãos de fiscalização e controle da aplicação da lei estão agindo”, ressaltou o líder do PT, Humberto Costa (PE).
Além do depoimento de Graça Foster na terça-feira, será votado no plenário do Senado o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) favorável a uma CPI ampla para investigar não só a compra da Refinaria de Pasadena, mas também denúncias de irregularidades nos metrôs de São Paulo e do Distrito Federal e no Porto de Suape, em Pernambuco.
No mesmo dia haverá sessão do Congresso, quando novos requerimentos com o mesmo teor dos apresentados pela oposição e pela base do governo no Senado serão lidos pelo presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). Neste caso, a diferença é que o pedido é para formação de uma comissão mista.
Renan Calheiros antecipou que, caso sejam criadas CPIs para investigar a Petrobras no Senado e no Congresso, a decisão sobre qual delas prevalecerá ficará nas mãos de deputados e senadores. Mesmo assim, segundo ele, se houver maioria para uma CPI mista da Petrobras isso também não impedirá que o Senado dê continuidade às investigações no colegiado exclusivo criado na Casa.
Nova diretoria da Associação de Moradores do Hernani Sá toma posse
Foi realizada ontem (11) a cerimônia de posse da nova diretoria da Associação de Moradores do Bairro Hernani Lopes de Sá (AMBHLS) biênio 2014/2016.
O cerimonia foi iniciada pelo presidente da gestão anterior,Odailson Aranha, que fez um balanço da gestão e agradeceu o apoio que recebeu durante os dois mandatos que teve a frente da associação.
A posse da diretoria ficou a cargo do atual presidente, Adilson Conceição que anunciou o nome de todos os diretores eleitos para gestão 2014/2016.
O cerimonial de posse foi marcado pela sua organização, pela presença de autoridades, lideranças comunitárias e principalmente pela presença dos moradores.
Depois foi servido um coquetel para os convidados.
Adilson Conceição - presidente ao lado o vice Hernani Reis
Deputada Ângela Souza
Secretario Jamil Ocke representando o prefeito Jabes Ribeiro
Vereador Roque do Sesp
Convidados
Assinar:
Postagens (Atom)

